ATENÇÃO MULHERES
Saiba aqui por que os homens somem
REVISTA CLAUDIA
De repente, o cara aparece com alguma desculpa esfarrapada ou
simplesmente evapora sem dar notícias.
Afinal, o que acontece?
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A questão é ela
Não era boa de cama
"Loira, alta, de olhos verdes… Eu nunca havia saído com uma mulher tão
linda. Quando ela finalmente me chamou para o seu apartamento,
acabamos na cama depois de algumas doses de uísque. De repente, senti
um quentinho entre as pernas. Não dei bola… até perceber que era xixi.
Fiquei perplexo, mas pensei que fosse por causa da bebida. Outro dia,
aconteceu de novo. Como não sumir numa situação dessas?"
L.F., 26 anos, cineasta
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Faltava carater
Conheci a mulher no meu clube. Saimos muito, passeamos, tranzamos,
presentei-a com roupas e joias. Ela me esnobava diante de ex namorados
e amigas dela, mas no primeiro sinal de um refluxo econômico meu, ela
deu as mais estúpidas desculpas para sair de minha vida, justamente no
momento que eu mais estava envolvido com ela.
Antonio Silviano - agente cultutral
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Era burra
"Tudo foi lindo até o terceiro encontro. Ela não tinha repertório para
garantir o bis. Sexo é bom mas só isso não segura. Quero ter com quem
conversar."
Carlos, 30 anos, engenheiro
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era compulsiva
Eu não fumo, mas não tenho nada contra quem fuma, desde que isso não
venha interferir a convivência. Ela era impossibilitada de ficar mais
de 5 minutos sem fumar, com isso excluia a possibilidade de uma vida
cultural: cinemas, teatros e locais que impossibilitam o cigarro. Ela
não era só viciada em cigarro, ela era compulsiva. E se ficasse sem
cigarros na bolsa era como se ficasse sem oxigênio. Cai fora antes que
sua fumaça me afetasse.
Louis Franccesconni 43 anos - Administrador
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era bela só para si
"Estávamos no motel e, na hora que a coisa esquentou, ela levantou e
pediu para eu esperar um pouquinho. Achei até que era alguma
brincadeirinha. Mas ela tirou da bolsa uma escova e começou a prender
os cabelos em volta da nuca com uns grampos. Quando virou de novo
parecia um E.T. Perguntei o que estava acontecendo e ela disse que não
queria estragar a escova. Foi broxante. Pedi que ela tirasse aquilo da
cabeça e continuamos. Depois dessa, nunca mais a procurei."
Fernando Assis, 31 anos, personal trainer
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Era possessiva
"Saímos durante duas semanas e talvez pudesse virar algo mais sério se
ela não fosse tão pegajosa. Eu não podia olhar para o lado, a mulher
sentia ciúme até das minhas irmãs. O pior é que não me deixava dormir,
ligava de madrugada para saber onde eu estava."
Fábio, 35 anos, advogado
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Era jovem demais
"Com 20 anos menos do que eu, ela só queria sair em bando. Nunca
fizemos um único programa a sós. Comecei a achar aquela garotada
irritantante. Eu me sentia o próprio tio Sukita."
H., 40 anos, dono de agência de turismo
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Era fácil
"Demorei duas semanas para conseguir sair com uma advogada linda.
Quando consegui, ela se manteve à distância. Na hora de deixá-la em
casa, roubei um beijo e não acreditei… ela topava tudo! Só não
transamos no carro porque eu não quis. Perguntei como podia transar
com um estranho sem camisinha e ela disse que era só comigo. Assim não
dá… Ela deve fazer sexo com qualquer um."
Luccas, 25, economista
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Fazia uma voz infantil
"É desanimador você ir dormir com uma mulher que parece bacana … e
acordar com ela ao seu lado falando como um bebê. Fiquei tão
decepcionado que não tive dúvida: cortei da minha lista na hora."
F. M, 27 anos, programador de software.
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Era meio maluca
"Demorei para perceber que estava entrando em uma fria. Afinal, ela
tinha casa, filho e uma profissão legal. Mas, aos poucos, começou a
dar sinais de desequilíbrio. Por qualquer coisa, estourava e quebrava
tudo. Numa briga, chegou a arremessar um liqüidificador em cima de
mim."
Luciano, 38 anos, artista plástico
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Vivia de dieta
"Neurótica, ela vivia conferindo sua tabela de calorias. Se comia uma
uva a mais, falava no assunto a noite toda. Eu adorava transar com
ela… até desconfiar que fazia aquilo para queimar calorias e não por
prazer. Ela chegou a me dizer que sexo queima 550 calorias!"
Caetano, 39 anos, dermatologista
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Dava piti
"Não sei por que sempre atraio mulher briguenta. Meu último namoro
terminou por isso. Num jantar na casa do sócio majoritário da empresa
as mulheres dos funcionários estavam meio deslocadas porque o assunto
era trabalho. Mas minha ex-namorada foi a única que bateu na mesa e
quase gritou: 'Pô, vocês não sabem falar de outra coisa?'. Achei
péssimo e caí fora logo depois."
Carlos Eduardo, 34 anos, empresário
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Era feia
"Nos conhecemos numa boate e depois me empolguei com sua performance
fantástica na cama. A história não rolou porque ela era feia demais.
Sentiria vergonha de apresentá-la aos meus amigos."
Marcus, 42 anos, publicitário
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Era rica
"Fui transferido de cidade e todo mês minha namorada ia me visitar. Porém,
só gostava de jantar em restaurantes caros e fazer passeios que não
combinavam com meu orçamento. Tenho muitas despesas, filhos do
primeiro casamento, e ela nasceu numa família rica. Achei melhor
despistar."
Pietro Burke, 38 anos, funcionário público
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A questão é ele
Não quero compromisso
"Ela queria namorar e ficava me ligando, mas eu só estava a fim de
algumas transas ocasionais. Desapareci antes que se apegasse demais."
J. O., 27, fotógrafo
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Sou casado
"Numa viagem de negócios, fui para a cama com uma mulher bem
interessante. Tanto que até dei o número do meu celular para ela, mas
omiti meu estado civil. Nosso namorinho durou uns quinze dias. Quando
ela disse que queria conhecer minha casa e meus amigos, troquei de
celular."
P. , 39 anos, veterinário
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Procuro um grande amor
"Tive um relacionamento curto e intenso com uma garota. Nos dávamos
bem, mas faltava o "plim" - sei lá, queria sentir um frio na barriga.
Talvez me arrependa de ter sumido, mas acredito no grande amor, e não
era ela."
Lúcio, 30 anos, músico
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Sou machista
"Reencontrei uma moça com quem tinha trabalhado há décadas, quando ela
devia ter uns 18 anos. Dessa vez já estava com 30, muito sensual,
maravilhosa na cama. O problema é que eu não suportei saber dos seus
antigos namorados. É machismo mesmo, mas não consegui encarar que
cinco amigos meus já tinham comido a mulher que estava comigo
-desculpe a expressão, mas é assim que os homens falam."
Patrick, 50 anos, jornalista
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Broxei
"Fiz um tratamento para me livrar da dependência química e meu médico
receitou antidepressivos. Não sei se por conta das drogas ou do
remédio, é comum eu broxar, mesmo que a parceira seja estimulante.
Quando isso acontece, desapareço. Algumas mulheres continuam me
procurando, porém me sinto constrangido e torço para que me esqueçam."
F. O. 36 anos, músico
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Agi como um canalha
"Me encantei com a estagiária do escritório, uma moça de 20 anos,
bonita e meiga. Logo vi que ela era muito inexperiente, não conseguia
escolher um prato no restaurante; cheia de não me toques na cama. Fui
um canalha, aproveitei que o estágio acabou para sair de cena, mesmo
sabendo que ela tinha se apaixonado."
Jr, 42 anos, advogado
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Outra visão masculina
Nunca sumi
"Todos os meus relacionamentos acabaram mesmo, aos poucos,
sofridamente, com idas e vindas que anunciavam o fim. Isso não me
torna melhor ou pior do que ninguém. Acho igualmente nobre, perverso e
fútil tanto aquele que sai para comprar cigarros e não volta mais,
quanto quem se agarra a um amor morto, mas ainda morno.
Penso que o não gostar é tão insondável quanto o gostar — só que dói
menos. Se o amor fosse sempre intenso e fácil, sequer existiria. Se
desse no mesmo fazer sexo com qualquer pessoa, acabaríamos não fazendo
sexo com ninguém. Porque o amor é essa busca do raro, do que está
além. Sexo ou amor, não os distingo: cada um faz sexo com o amor que
tem, não pelo outro, mas dentro de si."
Antonio Caetano, 49 anos, é escritor e tem namorada
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Fonte: Revista Claudia
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