LUIZ!! JAB
ERA UMA VEZ VOCÊ... (Uma breve história do homem).
Era uma vez você homem
que em um sonho
foi expulso do Paraíso.
Era uma vez você...
que se tornou livre
como a imaginação.
Você ora é o sol,
você ora é a escuridão.
Era uma vez você...
que agora enxerga o
sangue da procriação/
o sangue da destruição/
Você acumula
você se apropria, de corpos,
de idéias, de palavras.
Você aprisiona toda a paz
que possa existir na Terra.
Você é o senhor dos espaços
é o senhor das guerras.
Como num encanto/
a vida é para você /
o império de todos os sentidos/
Você é o milagre da multiplicação/
Senhor da destruição/
Com os seus
conhecimentos/
através de sua história
fez você construir um gigantesco
castelo em forma monstros e quimeras/
O tempo é o mundo!!
O tempo é um sonho que não nos deixa acordar/
E você se enxerga/
Como o "mais belo ser do universo"/
Como o animal mais belo da Terra/
Com estruturas emocionais de Deuses encontroláveis/
Você vive a contradição de ser
o animal mais nobre e inteligente
do universo,e o mais selvagem e
destruidor senhor da terra/
Era uma vez você homem...
Dono de saber criador de
Novos comportamentos e encantos
sofisticados.
Em nome da sobrevivência
do HOMEM HUMANO/
que se encontra ameaçada/
Você precisa mudar/
Pelo fim da sua eterna tristeza/
Em nome de um sonho melhor
VOCÊ PRECISA MUDAR!.
Em nome de um mundo/
útopico,real e imaginário,de
de todas as fés do bem/
VOCÊ PRECISA MUDAR/
Em nome de todo o acúmulo da sabedoria
que você conquistou/
para o paraíso, em nosso paraíso/
Sendo assim em um segundo você reconstruirá aquela sua velha alegria/
de viver dentro da vida que é uma, alegria/
E você acenderá aquele brilho dos seus olhos/
que refletirá de uma forma sutíl,informal os brilhos
do mundo em todo o seu esplendor/
Assim você vai ser aquele velho sonho
de sonhar todos os sonhos possíveis/
feito religião, feito batida do coração/
lher elevando à loucura da paixão!!
Você será aceito novamente ao paraíso
como o HOMEM mais simples,feliz,exato,torto e harmonioso da terra/
A mais bela flor de todas as primaveras!
O VELHO RELOJOEIRO
Enquanto todos dormem
a mão leve do velho relojoeiro
delicadamente trabalha na calada da noite do mundo
tentando enganar o tempo.
Ele dá vida a todos os relógios que há na sala
relógio de prata, de corda, artesanais...
Na verdade ele tenta restaurar a sua própria vida
O seu próprio tempo.
O silêncio da noite fria do mundo
É incomodado com o pequeno barulho
dos seus relógios, extensão de si mesmo,
dos seus sentimentos, os seus sentidos, do seu
tempo distante, onde é lembrado pelas batidas
do seu coração.
Ele luta contra a fúria do seu tempo histórico,
seu tempo fútil,
contra o seu tempo concreto, de medo ilusões e loucuras.
Com sua delicadeza encantada,
ele da à vida ao valor de um tempo encantado
aos parafusos, molas e engrenagens de ouro encantado
dos seus pequenos relógios.
As suas velhas mãos trêmulas
sob os seus olhos cegos
precisam dar vida aos velhos relógios, e
aos seus velhos sentidos que agoniza pelo tempo
que entra pela sua alma devorando
sua sensibilidade, seu mundo, sua tradição.
O tempo perpetuará, e o relho relojoeiro irá
desaparecer para dentro de si, como uma
relíquia do tempo que não vai mais morrer e envelhecer!!
A Estranha e indecifrada figura do vazio
Você é aquele
aquele vulto sombrio
de vazio triste.
Aquele mistério indefinido
sem origem, sem cara
sem forma, cheio de dúvidas
cheio de hipóteses.
É um dos companheiros da solidão e vaga
pelas sombras do vazio da ilusão e da eterna dor
dos precipícios existente que está sempre junto de ti.
Você : cego, surdo, com poucas idéias e percepção apenas
fruto de uma imaginação inconstante que sofre de distúrbio
psíquico, mas você existe.
Na insustentável suavidade do que quer ser
vivo centro dos sentidos que se arvora e
revive sempre, dentro dos contrates, dentro da
gravidade da solidão, da estrutura da arte dos sonhos pesados
dentro dos interesses misteriosos da imaginação
da miséria humana em repercussão
Você é a estranha e indecifrável figura do
meu eterno vazio.
REENCONTRO
Outro dia eu reencontrei aquele que foi
o meu grande amor, que um dia me deixou.
Era uma quarta-feira, 03 de agosto, dia frio e chuvoso.
Ele apareceu como uma surpresa, me olhou me reencantou
falou algumas palavras educadamente dóceis e saiu mais uma vez apressada
para sempre da minha vida, fez bater forte o meu coração.
E ela no meio da multidão/ela me jogou novamente
ao chão feito um furacão/confundindo mais ainda
minha ilusão que ainda é luz dentro da escuridão.
Hoje eu ouço aquela velha e encantada canção/
que me fez lembrar daquela paixão/que me deixou
no chão no meio da multidão/
Eu quero voltar em um passado maravilhoso
que só me traz recordação quando eu ouço aquela
nossa canção/onde sonhávamos em um canto
maravilhoso que era o reino da felicidade do coração.
Outro dia eu reencontrei o meu grande amor....
que foi para sempre o paraíso e o que sozinho me deixou
Outro dia eu reencontrei o meu grande amor
andando firme pela vida/quando caia uma chuva fina
feito minhas lágrimas de dor/de que deixou a felicidade
partir e na solidão ficou.
MEU AMOR
Amor, me perdoe agora por eu não mais lhe encontrar/
tanto tempo se passou como uma grande eternidade/juntos
vivemos uma montanha russa que passa por túneis de sentimentos infernais e
sentimentos de euforia/que me embriaga do óbvio que entrou pela porta da
frente de nossas vidas meu solene amor/a vida passa em nossa frente como uma
roda gigante iluminada/que não vai a lugar algum/a vida nos engana como uma
grande perfumaria de essências e aparências/nós precisamos sobreviver a tudo
isso meu grande amor...nós precisamos nos livrar dessa loucura espetacular
meu grande amor....
Nós dois, as coisas que nos rodeiam, nossas loucuras disfarçadas de emoções
são convinientementes protetoras das nossas longas noites escuras/meu grande
amor e solene amor que agoniza cheia de perduricalhos/
Hoje o inferno disfarçado do céu é real/
a minha misteriosa solidão disfarçada de alegria fúteis e insana
é real, nós nos enganamos/a vida nos abandonou
meu grande amor
me perdoe agora meu solene amor por eu não mais sentir
os meus sentimentos, sua fúria, sua calma, seu choro, seus gestos
você
eu preciso reconstruir você
reconstruir o mundo
para poder sobreviver.
O SILÊNCIO
O SILÊNCIO FORTALEZA DOS SENTIDOS
ESTRUTURA SONORA QUE ATORMENTA OS MEUS SENTIDOS!
O SILÊNCIO É LENTO MALICIOSO,VENENOSO,
INTUÍTIVO DE OLHAR FLUTUANTE,CONTEMPLATIVO
ESPINHA DORSAL DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL,
DO SENTIR SILÊNCISO!
ELE É TRISTE SENSÍVEL
METÁFORA DE MIM MESMO
POR SEGUNDOS POR ETERNIDADES,
ELE ANTECIPA TUDO!
CASA INVISÍVEL DOS SONHOS PERTUBADORES,
CASA DE TODAS AS ALMAS REFLEXÍVAS QUE
POVOA
ESCONDIDA EM SUA MEDIDA DESREGULADA!
ESSE É O MEU SILÊNCIO!!
ELE É A SUBSTÂNCIA ORGÂNICA QUE NUTRI,
E DEGENERA A ALMA E OS OUTROS AMBIÊNTES
SILÊNCIOSOS QUE PRODUZ OUTROS SILÊNCIOS,
ELE CAPTURA E POTENCIALIZA A SOLIDÃO
DA ESPERA!!!
ELE SANGRA, DELATA,SOLIDIFICA,INCHA,BERRA,CANTA A CANÇÃO DO NADA,
INCOMODA,CRIA,TRITURA O TEMPO,ENGANA,DANÇA EM UM
RITUAL SILÊNCIOSO EM VOLTA DE MIM!!
O SILÊNCIO É UMA PAREDE DE CONCRETO
QUE FLUTUA EM VOLTA DE TUDO,
APRISIONANDO TODOS OS SONS!!
SILÊNCIO: METARMOFOSE QUE SE TRANSFORMA
EM MAIS SILÊNCIO
O SILÊNCIO É IMBATÍVEL NA CONSTRUÇÃO DE
SINAIS E DEUSES QUE SOLIDIFICA A SOLIDÃO
SOLIDÃO QUIMÍCAMENTE SILÊNCIOSA!
ELE MENTI DIZENDO QUE ISSO NÃO É
LOUCURA!!!!!!!!!!
ELE É UM QUARTO FRIO DE TODAS AS AGÔNIAS QUE ATORMENTA!
EU SÓ QUERIA AGORA DORMÍ DENTRO DE MIM
E POSSIBILITAR QUE OS MEUS SONHOS
LIBERTE-SE DESSA ESCRAVIDÃO ANESTESÍADA!
A SALA DOS ESPELHOS
Em um sonho , um pesadelo real, em sono profundo
Eu via dentro de um majestoso e impotente castelo
Precisamente dentro de uma sala envolta em névoas e brisas
Escuras silenciosas e constantes, onde havia dezenas de espelhos
Sobrepostos e refletidos entre si iluminados por castiçais
Góticos inimigos do sol
Naquele momento o meu medo me paralisava
Os mistérios daqueles espelhos se multiplicavam dentro de mim
Os meus reflexos nesses espelhos (de molduras em forma de
Gandulas cujos os olhos eram cravejados de diamantes me intimidavam
Com suas feições aterrorizantes) se multiplicavam em construções e
Desconstruções pelo meu olhar.
De diversos ângulos os meus reflexos eram passado de um espelho ao outro
Como mensagens deformadas.
O primeiro que os meus olhos viram pareciam ter uma aparência bonita e
serena
Quase ingênua com há de felicidade que não mais existe.
O que se seguia me refletia com lábios deformados
Olhos avermelhados de insolente nariz,
Um outro espelho me refletia cansado, imagem captada de imagens de
Outros espelhos que insistiam pelo seus ângulos em me refletir de uma
Forma mórbida, construindo os meus traços e lançando aos outros espelhos
Silenciosos e sedentos, ávidos pelas minhas imagens de sofrimentos e
verdades.
No sétimo espelho minha imagens era de total agonia,
Prisioneiro na loucura daquelas imagens.
O meu pecado era o meu olhar e
Eu pedia, implorava para mim mesmo
Para não ver mais a morte das minhas ilusões.
Eu não mais enxergava o que os meus olhos viam
Agora eu só via o que sentia.
No canto da sala sobre uma mesa de mármore
Havia um espelho menor que transpirava sangue e
Refletia o pavor dos meus pensamentos daqueles momentos
Misturado com as imagens de dor expostos dos meus nervos eletrizados
Com a arrogância das imagens e do tempo
Que por segundos me pareciam uma eternidade silenciosa sem respostas.
Essas imagens refletidas de mim choravam de pavor e medo
Do eu prisioneiro das aparências que foram esculpidas
Pelos ventos frios da escuridão que se construíam nas
Circunstâncias da minha imaginação.
Um dos espelhos refletia imagens que lentamente desprendia de si
flexivelmente
Deformada e multicoloridas em forma de uma estranha essência que me envolvia
Hipnoticamente e me deixava sedado, me confundindo eu ser essa própria
imagem
Ao mesmo tempo me refletia e me conduzia a minha vida de loucuras,
A minha libido, a minha infância pertubadora mais remota
Do mais profundo abissal do eu Ser,
Nas minhas raízes instintivas de emoções, extensão das imagens refletidas em
tal espelho,
Onde tudo estava guardado,
Onde tudo começara, o inferno asséptico da mediocridade do cotidiano solene.
De olhos fechados, eu ainda tentava me desvencilhar dos reflexos desses
espelhos
Quando que por encanto a mistura da brisa com as luzes grandes dos castiçais
Formaram um pequeno arco-íris que atravessava a sala,
Construindo com sua luz uma poderosa harmonia
Momentânea que refletia feito um caleidoscópio flexível encantado toda a
suavidade
E paz da minha alma que era refletida pela soma do conjunto dos espelhos
daquela sala
Na qual me fazia dormir pela vida, germinal eterno recomeço de tudo.
O ANJO VERDE
Em meu tempo cruel
Onde meu mundo é triste e amargo como fel
Surgiu de um arbusto de flores e folhas perfumadas
Um anjo verde de asas negras, que chegou e falou assim:
Homem chegou a hora de acordar,
Homem chegou a hora de lutar.
Era um anjo verde guerreiro, de cabelo rasta
Subversivo, que fugiu do Éden com ginga de regueiro.
Enquanto eu andava sobre o fogo do mundo
Ele voava sobre mim e cantava assim:
"Homem salve a sua vida
é tempo de viver, é tempo de acordar, é tempo de fazer amor sobre o luar
é tempo de amar os irmãos, é tempo de você ver o mar".
Era um anjo verde cheio de símbolos brilhantes,
Com uma grande missão
Construir catedrais, de abrir novas mentes, construir um novo coração.
Conduzir esse povo pobre para uma revolução.
De dentro do meu jardim de flores perfumadas
Surgiu um belo anjo verde de asas negras e sangue vermelho
Chegou em mim como um encanto, me disse assim:
"Lute comigo,
e nós conquistaremos o paraíso,
eu sou um viajante do seu estilo
da sua mente e seu coração
se encante com a ternura das luzes do mundo
se encante pela paixão".
Eu andava sob os chicotes do mundo
Ele abria suas asas negras sobre mim e cantava assim"
"É tempo de viver
é tempo de acordar
é tempo de ser guerreiro
sob a luz do luar"
UM GAROTO DE RUA
Dizem que sou o futuro, mas eu passo fome
E ando pelas ruas feito um cachorro louco
Em busca de alguma esperança do passado.
Dizem que sou a luz dos teus olhos
Mas já me abandonastes nas trevas do mundo a muito tempo.
Dizem que sou a esperança da paz, mas
Com 14 anos eu já tive todas as armas,
A mais poderosa delas é a minha fúria para com o mundo.
Eu não quero a sua pena
Eu não quero a sua clemência
Eu quero o que me é de direito
A minha vida plena de cidadão.
A venenosa mecânica do mundo e suas engrenagens (movida a sangue)
Social e perversa me tritura e me cospe para fora do sistema
Feito um bagaço. O lixo social.
Eu sou as conseqüências de tudo isso
Que "admiravelmente novo" mandam por aí
Eu sou o garoto de rua que pula, ataca
Some, recua, surpreende e aparece na escuridão
Eu sou como o dia, como a noite
Sobrevivo, como mais de um cogumelo que
Nasce na noite, no meio da massa podre do mundo
Eu não sei mais chorar
Eu não sei mais sorrir.
--
-------------
Goreti Prota
Responder Encaminhar luiz não está disponível para bate-papo
Escolher idioma
Automático
English (US)
English (UK)
Deutsch
Español
Português (Brasil)
Português (Portugal)
Français
Italiano
Nederlands
Polski
Svenska
Norsk (Bokmål)
Suomi
Dansk
Български
Hrvatski
Magyar
Slovenský
Slovenščina
Українська
Tiếng Việt
Ελληνικά
Íslenska
Bahasa Indonesia
Català
Český
Eesti keel
हिन्दी
Lietuvių
Română
Русский
Filipino
Hebrew
Arabic
Bahasa Melayu
Latin
Nova janela
Imprimir tudo
Expandir todas
Encaminhar tudo
« Voltar para Caixa de entradaArquivarDenunciar spamExcluirMais ações... Marcar como não lida Marcar com estrela--------Aplicar marcador: marcar como lida Novo marcador...‹ Próximas 4 de 1495 Anteriores ›
Habilite o Gmail no seu celular . É muito rápido. Visite http://mobile.google.com/ usando o navegador web do seu telefone. Saiba mais
Você está usando 344 MB (4%) de 7008 MB no momento.
Visualização do Gmail: padrão com bate-papo | padrão sem bate-papo | HTML básico Saiba mais
©2008 Google - Termos - Página inicial do Google